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 A chinesa Mengniu Dairy fechou acordo com a Conaprole, uma das maiores produtoras de laticínios do Uruguai, para cooperar no comércio de produtos entre os dois países. Isso está de acordo com os ambiciosos planos da Mengniu de expandir globalmente, devido ao aumento da concorrência doméstica da também chinesa, Yili Group.

O investimento destina-se a apoiar os negócios da Mengniu em países estrangeiros, onde os mercados de produtos lácteos já estão maduros. "A Mengniu está de olho no mercado global para produzir produtos lácteos que possam rivalizar com os principais mercados estrangeiros".

Com as oportunidades oferecidas por uma iniciativa chamada Belt and Road, a Mengniu está atualmente presente em 10 países (Austrália, Cingapura, Malásia, Camboja, Mianmar, Mongólia, Nova Zelândia). Recentemente, abriu sua primeira fábrica no Sudeste Asiático na Indonésia em novembro de 2018. "A cooperação com a Conaprole faz parte do nosso objetivo de alavancar recursos internacionais para melhor atender os clientes na China e no exterior", disse Lu. 

 

FONTE: Guialat

 A expansão da área de grãos em Tocantins, a perspectiva de uma produção farta de trigo, as oportunidades de exportação de carne suína e o investimento em uma nova torre de secagem de leite tendem a impulsionar a receita da Frísia Cooperativa Agroindustrial, com sede em Carambeí (PR), a um patamar recorde neste ano.

 
Graças à combinação desses fatores, o grupo projeta que sua receita ficará próxima de R$ 3 bilhões em 2019, ante os US$ 2,6 bilhões do ano passado, quando as sobras (lucros) distribuídas aos cooperados somaram R$ 40,7 milhões, com aumento de 61%.
Segundo Emerson Moura, superintendente da Frísia, entre as frentes de atuação da cooperativa a de grãos e insumos - que representa 60% da receita - deverá trazer os melhores resultados. 
 
 
FONTE: Guialt

 

 O Sindicato da Indústria de Laticínios do RS (Sindilat) leva mais uma edição do Pub do Queijo, espaço gastronômico para degustação de queijos especiais, para a Expointer, em Esteio (RS). O estande, que aposta na harmonização do queijo com diferentes produtos, estará montado na Avenida Boulevard, quadra 46 e contará com uma agenda de oficinas de 24 a 31 de agosto, no Parque de Exposições Assis Brasil.

 
A ideia é levar à feira agropecuária um produto com harmonizações diferenciadas ao lado de cervejas, vinhos, espumantes, geleias e azeites, que estarão à venda no local. Para o secretário-executivo do Sindilat, Darlan Palharini, o objetivo do Pub do Queijo é  mostrar que o produto não é apenas uma alternativa de consumo com o vinho. "Queremos mostrar todas as potencialidades gastronômicas do produto", afirma.
 
 
 
 
FONTE: Guialat

Nem o escândalo da adulteração do leite no Rio Grande do Sul há cerca de dois meses fez com que a demanda do produto caísse no País neste primeiro semestre. O aumento do consumo, inclusive, é a principal justificativa para elevação de 3,6% no preço pago ao produtor entre maio e junho. O valor bruto pago calculado pelo Cepea, da Esalq/USP, alcançou R$ 1,0544/litro – média ponderada pelo volume captado no mês passado em sete estados, incluindo o Paraná. De janeiro a junho, o preço bruto já subiu 14,4% em termos reais. No Paraná, o número sofreu incremento de 4,3% em julho comparado a maio e a média passou para R$ 1,01/litro. No acumulado do primeiro semestre, a alta foi de 10,5% em termos reais. Nem o aumento de 10% na captação no último mês no Estado fez com que os preços estagnassem.

Fonte: National Notícias

A taxa de desemprego recuou em junho, passando de 11,2%, em maio, para 10,9% da População Economicamente Ativa (PEA) no conjunto das sete regiões metropolitanas pesquisadas pela Fundação Sistema Estadual de Análise de Dados (Seade) e Dieese. A Pesquisa de Emprego e Desemprego (PED) estima o contingente de desempregados em 2,4 milhões de pessoas. O nível de ocupação teve aumento de 0,4%, com um saldo de 71 mil vagas, número acima da quantidade de pessoas que passaram a disputar os postos de trabalho (22 mil). Além disso, 48 mil pessoas desistiram de concorrer no mercado de trabalho.

Fonte: Diário da Manhã

Estima-se que existam no Brasil mais de 90 espécies de plantas tóxicas que causam prejuízos em rebanhos bovinos, segundo a Embrapa Gado de Corte. Em áreas com redução de pastagem devido à estação, essas plantas, que se mantêm verdes, atraem os olhares e o paladar dos animais, podendo leva-los à intoxicação e morte. Para evitar prejuízos, especialistas alertam os produtores para identificação dessas ervas e prevenção adequada. Essas plantas tóxicas acabam se tornando uma opção de alimento nessa época do ano. Cláudio Sayão, médico veterinário e assessor executivo de Desenvolvimento Animal da Seagro, orienta que os pecuaristas fiquem atentos à presença dessas ervas no pasto ou em áreas de mata próximas, devendo manter essas reservas cercadas para evitar que os animais adentrem e consumam as plantas venenosas.

Fonte: RuralBr

A produção leiteira cresceu 3% no Brasil em 2012, com mais de 33 bilhões de litros. O país também consome mais leite. Hoje, a média anual é de 180 litros por pessoa. Era de 125 litros, dez anos atrás. O aumento do consumo é um dos motivos que explicam a alta do preço pago ao produtor. Os preços do litro de leite no mercado interno subiram de R$ 0,8829 na média do primeiro semestre de 2012 para R$ 1,0178 no mesmo período de 2013. "Houve um aumento da renda do consumidor. E ele gosta de consumir lácteos. Isso fez com que o consumo de leite aumentasse", explica o presidente da Associação Brasileira dos Produtores de Leite, a Leite Brasil, Jorge Rubez.

Fonte: Ururau Rural

Atualmente o produtor está recebendo R$ 1,10/litro. No mesmo período do ano passado, o valor era de R$ 0,90. A alta tem a ver com a queda na oferta. Os principais países produtores e exportadores do mundo, Nova Zelândia e Austrália, produziram menos devido ao clima. Também houve problemas na América do Sul, como explica o diretor da Colaso: “O Nordeste teve uma seca muito grande com queda de 50% na produção. Também ocorreram fatores externos: Redução de 10% na produção Argentina e de 6% no Uruguai. São os dois países que exportam para o Brasil. Com isso, a gente teve redução de importação de leite do Mercosul em torno de 20% a 25% menos do que relativa a 2012”, diz Antonio Julião Bezerra.

Fonte: G1

A potencialidade econômica, social e gastronômica da produção leiteira de São Pedro do Butiá e região, estará em evidência durante a 3ª Expoleite Missões. O evento será realizado de 1 a 4 de agosto de 2013, no Parque Municipal de Exposições Norberto Guilherme Ten Kathen. A força dos produtores de leite de 15 municípios da região está representada na Associação Regional de Produtores de Leite das Missões (ARPLE). A produção média de leite dos municípios alcança 550 mil litros/dia e representa em torno de R$ 490 mil injetados diariamente na economia. São mais de 70 mil vacas em lactação, cuja produção abastece os laticínios de todo o Estado. Essa atividade dá sustentabilidade para mais de 7 mil agricultores familiares.

Fonte: Emater / RS